ANDRÉA
LEMOS
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
O sonho
de Pedro Araújo, 13, é ver "Zoombies", seu primeiro livro, publicado.
Mas, antes de entrar em contato com uma editora, ele colocou o texto à prova na
internet. O garoto publicou no Facebook trechos que falam sobre um mundo
invadido por mortos-vivos. E seus amigos gostaram do que leram.
João
Vitor Guimarães, 10, também planeja pedir a opinião dos colegas sobre o livro
que ainda está escrevendo. "Eu vou pegar as características de amigos e
fazer personagens baseados neles", afirma.
Só depois
da opinião dos amigos/personagens é que ele vai tentar publicar o texto, que
fala sobre um tempo em que a Terra tinha um planeta irmão, onde grupos de
diferentes religiões disputavam o poder.
Para
Fabiana Medina, editora-assistente da PubliFolha, divulgar na internet o que se
escreve é importante, porque exercita a escrita e permite um retorno direto dos
leitores.
"Com
ajuda de adultos, crianças podem fazer um blog ou escrever em redes sociais. O
livro não é mais a única forma de apresentar o texto", diz.
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Fabio
Braga/Folhapress
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