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terça-feira, 23 de abril de 2013


Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula
Um painel para todas as disciplinas mostra quando - e como - as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar
Amanda Polato (Amanda Polato)
TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos?

Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segunda: como utilizar esses novos recursos?

Dá para responder à pergunta inicial estabelecendo, de cara, um critério: só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. "Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA.

Da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidades de ensino - essa união caracteriza as ilustrações desta reportagem. Mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas. Isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual. "A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje", afirma Marcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). Em outros casos, porém, ela é dispensável. Não faz sentido, por exemplo, ver o crescimento de uma semente numa animação se podemos ter a experiência real.

As dúvidas sobre o melhor jeito de usar as tecnologias são respondidas nas próximas páginas. Existem recomendações gerais para utilizar os recursos em sala (veja os quadros com dicas ao longo da reportagem). Mas os resultados são melhores quando é considerada a didática específica de cada área. Com o auxílio de 17 especialistas, construímos um painel com todas as disciplinas do Ensino Fundamental. Juntos, teoria, cinco casos reais e oito planos de aula (três na revista e cinco no site) ajudam a mostrar quando - e como - computadores, internet, celulares e companhia são fundamentais para aprender mais e melhor.
Nove dicas para usar bem a tecnologia

O INÍCIO  Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.

O CURRÍCULO  No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

O FUNDAMENTAL  Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O ESPECÍFICO  Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A AMPLIAÇÃO  Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções. 

O AUTODIDATISMO  A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos. 

A RESPONSABILIDADE  Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A SEGURANÇA  Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A PARCERIA  Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma. 

Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.
Reportagem sugerida por oito leitores: Alana Cristina Lorde, Várzea da Palma, MG, Graziela Stein, Marabá, PA,Jaqueline Alves Silva Soares, Caetanópolis, MG, Karla Capucho, Vitória, ES, Kelly Silva Monteiro, São Gonçalo, RJ, Luciano Alves da Silva, São Lourenço da Mata, PE, Nadia Pereira Marques, Cristalina, GO, e Thais Silvestre Rosa, Rio de Janeiro, RJ


Maria Elizabeth de Almeida fala sobre tecnologia na sala de aula
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida alerta que o currículo escolar não pode continuar dissociado das novas possibilidades tecnológicas
Elisângela Fernandes (novaescola@atleitor.com.br)
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MARIA ELIZABETH BIANCONCINI DE ALMEIDA Foto: Marina Piedade
Em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração que está nos bancos escolares. A opinião é de Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, coordenadora e docente do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). 

Defensora do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) em sala de aula, Beth Almeida faz uma ressalva: a tecnologia não é um enfeite e o professor precisa compreender em quais situações ela efetivamente ajuda no aprendizado dos alunos. "Sempre pergunto aos que usam a tecnologia em alguma atividade: qual foi a contribuição? O que não poderia ser feito sem a tecnologia? Se ele não consegue identificar claramente, significa que não houve um ganho efetivo", explica.
 

Nesta entrevista para NOVA ESCOLA, a especialista no uso de novas tecnologias em Educação, formação docente e gestão falou sobre os problemas na formação inicial e continuada dos professores para o uso de TICs e de como integrá-las ao cotidiano escolar.
 

O que é o webcurrículo? 
MARIA ELIZABETH BIANCONCINI DE ALMEIDA É o currículo que se desenvolve por meio das tecnologias digitais de informação e comunicação, especialmente mediado pela internet. Uma forma de trabalhá-lo é informatizar o ensino ao colocar o material didático na rede. Mas o webcurrículo vai além disso: ele implica a incorporação das principais características desse meio digital no desenvolvimento do currículo. Isto é, implica apropriar-se dessas tecnologias em prol da interação, do trabalho colaborativo e do protagonismo entre todas as pessoas para o desenvolvimento do currículo. É uma integração entre o que está no documento prescrito e previsto com uma intencionalidade de propiciar o aprendizado de conhecimentos científicos com base naquilo que o estudante já traz de sua experiência. O webcurrículo está a favor do projeto pedagógico. Não se trata mais do uso eventual da tecnologia, mas de uma forma integrada com as atividades em sala de aula. 

O uso das TICs facilita o interesse dos alunos pelos conteúdos? 
MARIA ELIZABETH Sim, pois estamos falando de diferentes tecnologias digitais, portanto de novas linguagens, que fazem parte do cotidiano dos alunos e das escolas. Esses estudantes já chegam com o pensamento estruturado pela forma de representação propiciada pelas novas tecnologias. Portanto, utilizá-las é se aproximar das gerações que hoje estão nos bancos das escolas.


Confira as 5 tecnologias surgidas em 2012 que vão mudar nossas vidas
Algumas são discretas, outras megalomaníacas, mas todas têm potencial para impactar nossa vida nos próximos anos
por Redação Galileu
Em 2012 o homem mandou um robô pra passar férias em Marte e saltou de paraquedas da estratosfera. Feitos impressionantes, históricos - ou qualquer outro adjetivo épico que você preferir - mas que, a curto prazo, pouco irão afetar nossas vidinhas aqui na Terra. Por isso, a GALILEU preparou uma lista com as tecnologias lançadas nesse ano que, muito provavelmente, irão deixar nossa vida mais simples, ou só mais divertida, em um futuro próximo. 
LiquiGlide

O LiquiGlide é uma superfície que faz com tudo deslize, não deixando que nada fique aderente à ela. Se você está se perguntando qual a função prática disso, a resposta é: ketchup. Ou você nunca travou uma batalha contra a embalagem de plástico que insistia em não liberar a passagem do ketchup (maionese, mostarda...) pro seu x-burguer? Esse é um dos grandes tormentos da Era Moderna. Mas as aplicações podem ir muito além – e não estamos só falando que dá pra usar o LiquiGlide em embalagens de geleia. A asa de um avião coberta por gelo, por exemplo. Se uma camada de LiquiGlide for aplicada à ela, isso não seria mais um problema.

O site do produto diz que ele é feito de “materiais de comida”, sem entrar nos detalhes da composição. Os primeiros testes mostraram que o LiquiGlide dá conta do recado nos seguintes materiais: vidro, plástico, metal e cerâmica. Apesar dessa coisa de tirar todo o ketchup da embalagem soar um pouco banal, se trata de um problema complexo. O desperdício de comida é um dos maiores problemas da atualidade, quase meio milhão de quilos de alimentos vai para o lixo todo ano. Quantas vezes um produto não ficou por eras na sua geladeira porque as sobras da embalagem faziam parecer que o ele estava cheio? Além disso, as embalagens com LiquiGlide supostamente precisam de uma tampa menor que a normal, reduzindo a quantidade de petróleo usado pra esse fim.
Pneu auto-calibrável
//Crédito: Divulgação
Em setembro desse ano a Goodyear anunciou o lançamento de uma tecnologia que permite que os pneus dos carros se auto-inflem enquanto você dirige. Um sensor percebe que a pressão está mais baixa do que deveria e deixa o ar externo entrar para calibrar o pneu. Como no exemplo anterior, essa inovação esconde mais benefícios do que aparenta.

Primeiro que pneus bem calibrados consomem menos combustível – além de ser bom para o seu bolso, é melhor ainda para o meio ambiente. O número de acidentes também deve diminuir com a novidade. O preço estimado é de 200 dólares cada – número que deve diminuir com o passar tempo.
Google Glass
//Crédito: Divulgação
Aqui na GALILEU você leu sobre o primeiro documentário feito com ele. E é bom a gente se acostumar a ver essa expressão, porque ano que vem ela deve começar a aparecer em bem mais manchetes que esse ano. O Google Glass vem aí.

Ele é, basicamente, um computador embutido em um óculos. O monitor de 1,3 cm (parece pequeno, mas lembre-se que ele vai estar quase colado no seu rosto) é ativado sempre que você olha pra cima e pra direita. E assim, com as mãos livres, você consegue fazer basicamente tudo que a internet permite: tirar e compartilhar fotos e vídeos, se comunicar com seus amigos, ouvir música. O óculos do Google já tem um rival, que, inclusive, deve chegar às lojas antes: em novembro a Vuzix anunciou o lançamento do seu Smart Glasses M100, que irá custar algo em torno de mil dólares e poderá ser comprado a partir de 2013.

Kit da Civilização

Como as tecnologias digitais vão mudar a educação
Futuróloga da Nasa afirma que estamos entrando na chamada Era da Imaginação
por Rafael Tonon

O futuro pode ser visto como uma extensão natural do que acontece hoje: nossas políticas, padrões de pensamento, tendências e hábitos. Se vão criar um amanhã indesejável, como podemos mudá-lo agora? É daí que parte o trabalho da americana Rita King.

Rita é futuróloga do think tank (centro de estudos) Langley da Nasa, onde trabalha na concepção de um parque de ciências, e uma das coordenadoras da Science House, instituição que faz a ponte entre cientistas e investidores para concretizar projetos de inovação. Ela afirma que estamos entrando na chamada Era da Imaginação, em que, com a ajuda da inteligência artificial, poderemos criar a maneira como queremos viver.

A maior mudança virá de nossa relação com as máquinas e o mundo virtual, que já começa a transformar a educação. A seguir, Rita fala sobre como robôs estão fazendo as vezes de professores, salas de aula que podem ir muito além de mesas e cadeiras e por que criatividade e imaginação serão os valores mais importantes de nossa sociedade. Para ela, o futuro já começou.
GALILEU: O que é a Era da Imaginação? 
Tivemos a Era Industrial e vivemos hoje a Era da Informação. Muitos futurólogos consideram que a próxima será a da Inteligência, mas ela só chegará quando as máquinas pensarem melhor que nós. Estamos em uma transição que chamo de Era da Imaginação. É um período de reformulação, não só para trabalho, educação e relacionamentos, mas para o que significa ser humano. Nós integraremos cada vez mais a tecnologia. Essas mudanças já podem ser vistas na educação. 

*
 Como? 
Parte da Era da Imaginação é re-imaginar sistemas, e a educação é um dos que mais necessita de um novo pensamento. Nas escolas, temos do uso de iPads a aulas ministradas por robôs. Os modelos mais avançados são autônomos, guiados por software de inteligência artificial com rastreamento de movimento e reconhecimento de fala. As máquinas começam a aprender a ensinar, tornando-se informadas sobre os mais diversos assuntos. Não é um conceito, mas um modelo já implantado em países como a Coreia do Sul.
 

*
 Teremos aulas em cenários virtuais? 
Sim. Esses ambientes digitais podem recriar espaços inusitados para o aprendizado, como o fundo de um oceano, com corais sendo destruídos pelo aquecimento global. Um ambiente virtual de uma faculdade de medicina, por exemplo, pode se parecer a uma réplica gigante de um coração humano. Assim, os estudantes poderão explorar o funcionamento desse órgão vital em um nível antes inatingível no ensino à distância.
O futuro já começou
Veja quatro tendências apontadas por Rita:

Professores-robôs: guiados por softwares de inteligência artificial, terão cara humanoide. 
Cenários virtuais: os treinamentos profissionais serão em plataformas digitais. 
Mercado de trabalho: será baseado em áreas emergentes e projetos colaborativos. 
Nuvem humana: vamos ter mais de um contrato profissional e revezar o trabalho com colegas em fusos horários opostos. É o conceito de nuvem (informações espalhadas pelo espaço virtual) adaptado para o trabalho.
As novas tecnologias e o mercado de trabalho. 
Todos os dias existem novas oportunidades de negócio.
 

Quando começaram os avanços na área de tecnologias da informação e de automação de processos, muitos eruditos ergueram as suas vozes para alertar que a criação de uma tecnologia capaz de substituir o trabalho físico humano causaria um caos inimaginável em relação a empregabilidade.

Certos estamos que com o avanço da automação e das tecnologias ligadas à produção colocariam milhões de pessoas na “rua da amargura”, sindicalistas e os mais conservadores, pessoas ligadas a sectores do governo promoveram grandes “guerras” contra aquilo a que chamavam de “domínio da automação e informática”.
No entanto, conforme a tecnologia avançava e as pessoas se acostumavam aos seus benefícios, ficou bastante claro que os avanços proporcionados pela tecnologia de automação, de processos de computação trouxe muito mais benefícios do que malefícios à humanidade.
No ínicio, foi mesmo uma realidade, o fim de postos de trabalho devido ao impacto da tecnologia. Contudo, com a extrema capacidade de adaptação do ser humano e a crescente necessidade de mão-de-obra especializada para lidar com as criações advindas das novas tecnologia utilizada nos processos industriais. Desta forma, novas profissões surgiram para tomar o lugar das profissões que foram condenadas à morte pela tecnologia. Trata-se tudo de uma automatização de processos e reengenharia dos sistemas de informação, que passa pela formação profissional e a constante adaptabilidade da força humana de produção às constantes mudanças do mercado.
Uma nova era de profissionais foi necessária e tornou-se imperativo que as novas tecnologias pudesse prosperar e ser utilizadas com eficiência e segurança. Por isso mesmo, o impacto inicial na empregabilidade foi diluído ao longo do tempo com a substituição de profissionais de trabalho físico por profissionais que trabalhavam com as mãos e com o cérebro. Desta forma, mais bem pagos e menos sacrificados, esses profissionais realizaram suas tarefas graças ao principal e mais importante ganho que a utilização que as novas tecnologias permitiram: Uma melhor qualidade de vida.
Trabalhando muitas vezes até mais horas do que antes; contudo sem o mesmo desgaste físico, o ser humano pode dedicar-se a tarefas que antes eram proibitivas. E, com o passar dos tempos, a aceleração do avanço da tecnologia em todas as áreas do conhecimento humano, proporcionou a criação de oportunidades quase ilimitadas de criação de novas profissões que há apenas alguns anos seriam impensáveis.

Contudo, como tudo o que é criação do homem, a tecnologia também tem o seu lado perverso e negro. Hoje em dia, graças aos mesmos avanços que criaram benefícios e oportunidades inimagináveis, fez com que as pessoas também pudessem ser prejudicadas muito mais facilmente. Este avanço tecnológico tornou a nossa sociedade escrava dos computadores e é, hoje, impensável gerir qualquer empresa ou uma pessoa levar uma vida normal sem que seja preciso dominar ou entender do funcionamento das parafernálias que a tecnologia criou e colocou nas nossas vidas quotidianas.

Estou consciente que tudo isto é bem mais positivo, do que se não houvesse automação de processos, é incomparável o estado evolutivo de qualidade de vida das pessoas com todas estas novas ferramentas. É fantástico você ver uma pessoa de 80 anos a ir levantar dinheiro ao multibanco, a usar o telemóvel, ou até a ler este artigo num iPad.
E todo este mundo é um mar de oportunidades, basta explorá-lo, áreas como assistência técnica, desenvolvimento de software, aplicações no dia a dia de novas ferramentas, reengenharia de ferramentas estão a aparecer todos os dias, pode fazê-lo por si só ou integrar equipas de trabalho, tem é de estar integrado dentro do mercado, inscreva-se em forums de áreas que dominia ou tem interesse e verá que as oportunidades aparecem.
Se já tem alguma experiência, aconselho-o desde já a registar-se em sites de procura de emprego, mesmo que esteja empregado, não se acomode, todos os dias aparecem novos empregos e novas oportunidades. Se está desempregado procure cursos de formação (de preferência gratuítos) e inscreva-se. Se necessitar de outro tipo de ajuda use a caixa de comentários, teremos todo o gosto em ajudar.




A Escola no bolso :


Orelhas, Nelson José Sequeira Rubim, Gustavo ; Menéndez, Fernanda 2010
Relatório de Estágio de Mestrado em Ensino Formação Inicial de Professores Ensino do Português no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário e deEspanhol nos Ensinos Básicos e Secundário Num ambiente escolar com características dissemelhantes, pretende-se através da P.E.S. realizada na Escola Secundária de Camilo Castelo Branco e no Instituto Giner de los Ríos no ano lectivo 2009/2010 fazer uma caracterização das duas instituições e das turmas acompanhadas, referir as actividades desenvolvidas num contexto escolar e extra-escolar, os métodos de planificações utilizados, a observação de aulas e as formas distintas de avaliação nos dois estabelecimentos de ensino. O principal objectivo deste relatório de Prática de Ensino Supervisionada é demonstrar como a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação são uma mais-valia e podem valorizar o trabalho desenvolvido entre professor/aluno em sala de aula e à distância. Ao abordar as T.I.C. em contextos educativos e planos diferentes (emaula e à distância) apercebemo-nos como a modernização dos materiais e dos espaços educativos podem promover o desenvolvimento das várias competências, motivação, o caminho para o sucesso dos alunos. Repositório Cientfico de Acesso Aberto de Portugal

sexta-feira, 19 de abril de 2013

PROJETO: MÍDIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO


           PROJETO: MÍDIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO
                                                   


Local a realizar: Colégio Carvalho – Unidade Tabuleiro do Martins – Maceió-AL

Séries/ Anos: 1º ao 3º ano do Ensino Médio

Temas a abordar:
Ø     Comunicação e processo de formação
Ø     Mídias Sociais
Ø     Utilização de recursos e novas metodologias


Problematização do Tema

          No mundo em que estamos inseridos existem diversas e múltiplas formas de adquirir conhecimento. Passamos por uma realidade, onde podemos encontrar várias formas de nos comunicar, e esta se bem realizada, nos contempla com um grande enriquecimento no ato do aprender.
          No entanto, apesar de ser uma fonte de saberes, existem várias situações que podem contribuir para que o processo de aprendizagem se realize, podendo ser caracterizado como ruídos de comunicação.
          As mídias sociais, quando bem utilizadas, podem contribuir de forma somatória neste processo. A internet, quando bem orientada se torna fonte determinante de aprender, porém, no decorrer do percurso, deverá encontrar pessoas que melhor oriente e facilite o processo.



Mídias para integrar

         Apresentamos recursos que serão utilizados no decorrer do projeto:
Ø     Internet
Ø     Data Show
Ø     Computadores
Ø     Redes Sociais, como facebook, Twitter, Youtube.
Ø     Blogs
 
Objetivos:
Ø     Fundamentar utilização de mídias sociais na educação;
Ø     Conscientizar alunos para uma boa utilização das mídias;
Ø     Despertar interesse nos recursos midiáticos para a multiplicação dos saberes;
Ø     Organizar e fundamentar a arte de comunicar no processo de aprendizagem;
Ø     Fomentar utilização de recursos eletrônicos;

Metodologia

          O mesmo será desenvolvido em sala de aula de forma ampla, a contemplar as turmas do ensino médio, obedecendo a uma série de procedimentos práticos com o intuito de despertar o interesse e melhor problematizar os temas e conteúdos abordados.
          De início apresentaremos os temas a serem considerados com a presença de profissionais das diversas áreas de interesse despertando, nos alunos, uma maior consciência da melhor forma de utilizar os recursos e como usufruir de todos os seus benefícios.
          Posteriormente, em laboratório, estimularemos o alunado, a utilizarem das ferramentas de forma a obterem o contato e adquirir intimidade com os mesmos.
          No processo, como atividade de fixação, será solicitado uma série de atividades, como relatórios, confecção de blogs pessoais e por disciplina (temas trabalhados).
          Por fim, em dia previamente definido, trabalharemos uma culminância deste projeto, em uma exposição dos trabalhos elaborados, com entrega de portfólio em um conjunto de registros das diversas atividades realizadas.
Resultados Esperados

Ø     Maior consciência na utilização dos recursos;
Ø     Se perceber beneficiado com emprego das ferramentas de mídia e comunicação;
Ø     Utilização das mídias para uso em sala de aula como condição para o aprendizado e fixação de conteúdos abordados;
Ø     Melhor comunicação
Ø     Criação de blog por disciplina e turma com o intuito de melhor comunicar e aprender.

Tempo previsto para execução: 2 meses

Critérios de avaliação

        O mesmo será avaliado tendo em vista as múltiplas considerações no exercício das atividades práticas, como as diversas competências adquiridas e exigidas pelas mesmas. A saber, critérios de avaliação:
Pontualidade na entrega de trabalho
Criatividade e Inovação
Fidelidade aos temas trabalhados
Interação e comunicação
Socialização dos trabalhos
Criatividade na elaboração das atividades práticas


Culminância do Projeto:

Ø     Exposição de blogs criados por turma e disciplina;
Ø     Elaboração e entrega, em todo ensino médio, de portfólio, elaborado com intuito de apresentar processo de aprendizagem;
Ø     Seminário sobre temas trabalhados durante projeto;
Ø     Paródias sobre a arte de se comunicar.