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sexta-feira, 19 de abril de 2013

PROJETO: MÍDIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO


           PROJETO: MÍDIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO
                                                   


Local a realizar: Colégio Carvalho – Unidade Tabuleiro do Martins – Maceió-AL

Séries/ Anos: 1º ao 3º ano do Ensino Médio

Temas a abordar:
Ø     Comunicação e processo de formação
Ø     Mídias Sociais
Ø     Utilização de recursos e novas metodologias


Problematização do Tema

          No mundo em que estamos inseridos existem diversas e múltiplas formas de adquirir conhecimento. Passamos por uma realidade, onde podemos encontrar várias formas de nos comunicar, e esta se bem realizada, nos contempla com um grande enriquecimento no ato do aprender.
          No entanto, apesar de ser uma fonte de saberes, existem várias situações que podem contribuir para que o processo de aprendizagem se realize, podendo ser caracterizado como ruídos de comunicação.
          As mídias sociais, quando bem utilizadas, podem contribuir de forma somatória neste processo. A internet, quando bem orientada se torna fonte determinante de aprender, porém, no decorrer do percurso, deverá encontrar pessoas que melhor oriente e facilite o processo.



Mídias para integrar

         Apresentamos recursos que serão utilizados no decorrer do projeto:
Ø     Internet
Ø     Data Show
Ø     Computadores
Ø     Redes Sociais, como facebook, Twitter, Youtube.
Ø     Blogs
 
Objetivos:
Ø     Fundamentar utilização de mídias sociais na educação;
Ø     Conscientizar alunos para uma boa utilização das mídias;
Ø     Despertar interesse nos recursos midiáticos para a multiplicação dos saberes;
Ø     Organizar e fundamentar a arte de comunicar no processo de aprendizagem;
Ø     Fomentar utilização de recursos eletrônicos;

Metodologia

          O mesmo será desenvolvido em sala de aula de forma ampla, a contemplar as turmas do ensino médio, obedecendo a uma série de procedimentos práticos com o intuito de despertar o interesse e melhor problematizar os temas e conteúdos abordados.
          De início apresentaremos os temas a serem considerados com a presença de profissionais das diversas áreas de interesse despertando, nos alunos, uma maior consciência da melhor forma de utilizar os recursos e como usufruir de todos os seus benefícios.
          Posteriormente, em laboratório, estimularemos o alunado, a utilizarem das ferramentas de forma a obterem o contato e adquirir intimidade com os mesmos.
          No processo, como atividade de fixação, será solicitado uma série de atividades, como relatórios, confecção de blogs pessoais e por disciplina (temas trabalhados).
          Por fim, em dia previamente definido, trabalharemos uma culminância deste projeto, em uma exposição dos trabalhos elaborados, com entrega de portfólio em um conjunto de registros das diversas atividades realizadas.
Resultados Esperados

Ø     Maior consciência na utilização dos recursos;
Ø     Se perceber beneficiado com emprego das ferramentas de mídia e comunicação;
Ø     Utilização das mídias para uso em sala de aula como condição para o aprendizado e fixação de conteúdos abordados;
Ø     Melhor comunicação
Ø     Criação de blog por disciplina e turma com o intuito de melhor comunicar e aprender.

Tempo previsto para execução: 2 meses

Critérios de avaliação

        O mesmo será avaliado tendo em vista as múltiplas considerações no exercício das atividades práticas, como as diversas competências adquiridas e exigidas pelas mesmas. A saber, critérios de avaliação:
Pontualidade na entrega de trabalho
Criatividade e Inovação
Fidelidade aos temas trabalhados
Interação e comunicação
Socialização dos trabalhos
Criatividade na elaboração das atividades práticas


Culminância do Projeto:

Ø     Exposição de blogs criados por turma e disciplina;
Ø     Elaboração e entrega, em todo ensino médio, de portfólio, elaborado com intuito de apresentar processo de aprendizagem;
Ø     Seminário sobre temas trabalhados durante projeto;
Ø     Paródias sobre a arte de se comunicar.

quarta-feira, 17 de abril de 2013


Tecnologia na Educação: quanto e como utilizar

A escola deve se valer cada vez mais de recursos que facilitam a comunicação e o acesso à informação sem, porém, se tornar refém deles.

Luis Carlos de Menezes (novaescola@atleitor.com.br)
Luis Carlos de Menezes é físico e educador da Universidade de São Paulo (USP)

            As tecnologias de informação e comunicação (TIC) estão transformando a vida em sociedade, mudando os serviços e equipamentos usados em casas, indústrias, empresas, lojas, escritórios, bancos e hospitais. É ilusório imaginar que elas não interferirão cada vez mais nas escolas, cuja função, é claro, inclui informar e comunicar. Mas quanto e de que forma lançar mão delas? Essa é uma questão discutida em todo o mundo. Já tratamos do tema nesta coluna, quando sugerimos às redes de ensino o uso delas para simplificar a rotina de educadores e escolas, como no controle de frequência e desempenho de alunos.

            Ao discutir o assunto, é preciso lembrar a disparidade de condições entre as escolas do país, pois, enquanto algumas já trocam por tablets os notebooks com que os alunos acessam a internet e a intranet, outras carecem de meios elementares, como espaço - mas fazem um trabalho digno nas condições em que atuam.

            Não esqueçamos que discussões em torno de recursos técnicos são antigas, como usar ou não calculadoras ao estudar aritmética, questão que pode se repetir agora, com relação à utilização do editor de texto no aprendizado de ortografia. Evitemos, contudo, posicionamentos radicais, pró ou contra. O essencial, naturalmente, é que o tecnológico esteja a serviço do pedagógico, e não o contrário.

            Certos recursos devem ser rapidamente incorporados ao instrumental educativo, pois permitem, por exemplo, ver células vivas em três dimensões, observar galáxias distantes por meio de um telescópio em órbita e acessar exposições de arte e ciência em museus de todo o mundo. Em janeiro, em Londres, uma feira mostrou as mais recentes novidades em tecnologia voltada à Educação, que ainda não estão, obviamente, disponíveis nas redes brasileiras (leia a reportagem). No entanto, escolas públicas já contam com telões, retroprojetores e, mais recentemente, tablets - e não é justo negar aos nossos jovens oportunidades de contato com o conhecimento universal, pois o custo disso é cada vez menor.

            À medida que a nova cultura de comunicação vai sendo incorporada à vida escolar, uma série de procedimentos de rotina se altera para melhor, assim como outros surgem. Pode-se incrementar a comunicação entre escolas e famílias, de certa forma restaurando um diálogo que foi maior no passado. Outra possibilidade é partilhar com estudantes ou entre eles orientações e sugestões de trabalho. Além disso, fica facilitado o intercâmbio entre escolas de diversas regiões e mesmo de diferentes países, contribuindo para a formação de uma cidadania global, em que ocorram intercâmbios culturais contínuos e o exercício de solidariedade em desastres naturais e outras situações críticas. Trata-se, enfim, de inserir a escola em uma inevitável transformação de alcance mundial, mais do que levá-la a aderir a uma tendência transitória.

            Ao educar para o uso dessas tecnologias, há aspectos que são de natureza socioafetiva, e não simplesmente cognitiva. Um jovem que tenha centenas de "amigos ou seguidores" numa rede social pode carecer de amigos com quem partilhe sentimentos olhando nos olhos, troque observações sobre questões sociais ou ambientais e faça arte, experimentações ou esportes coletivos.

            Por isso, a escola deve ser um contraponto real ao mundo virtual, promovendo aulas participativas, projetos sociais, grupos teatrais, hortas coletivas e campeonatos esportivos, além de manter seus laboratórios sempre abertos. Nem tudo é possível ao mesmo tempo, mas em cada atividade as tecnologias estarão a serviço da vida escolar, que, sem ser sua refém, se beneficia delas. Seria impensável, isso sim, ignorar a onda tecnológica que nos alcança. Se não aprendermos a surfar nela, acabaremos submergindo.

 

 

sábado, 13 de abril de 2013


ANDRÉA LEMOS
DE SÃO PAULO
O sonho de Pedro Araújo, 13, é ver "Zoombies", seu primeiro livro, publicado. Mas, antes de entrar em contato com uma editora, ele colocou o texto à prova na internet. O garoto publicou no Facebook trechos que falam sobre um mundo invadido por mortos-vivos. E seus amigos gostaram do que leram.
João Vitor Guimarães, 10, também planeja pedir a opinião dos colegas sobre o livro que ainda está escrevendo. "Eu vou pegar as características de amigos e fazer personagens baseados neles", afirma.
Só depois da opinião dos amigos/personagens é que ele vai tentar publicar o texto, que fala sobre um tempo em que a Terra tinha um planeta irmão, onde grupos de diferentes religiões disputavam o poder.
Para Fabiana Medina, editora-assistente da PubliFolha, divulgar na internet o que se escreve é importante, porque exercita a escrita e permite um retorno direto dos leitores.
"Com ajuda de adultos, crianças podem fazer um blog ou escrever em redes sociais. O livro não é mais a única forma de apresentar o texto", diz.

Fabio Braga/Folhapress

terça-feira, 9 de abril de 2013

Tecnologias em Sala de Aula


Um Guia sobre o Uso de Tecnologias em Sala de Aula

Um painel para todas as disciplinas mostra quando - e como - as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar

Amanda Polato (Amanda Polato)

TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos?

Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segunda: como utilizar esses novos recursos?

Dá para responder à pergunta inicial estabelecendo, de cara, um critério: só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. "Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA.

Da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidades de ensino - essa união caracteriza as ilustrações desta reportagem. Mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas. Isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual. "A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje", afirma Marcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). Em outros casos, porém, ela é dispensável. Não faz sentido, por exemplo, ver o crescimento de uma semente numa animação se podemos ter a experiência real.

As dúvidas sobre o melhor jeito de usar as tecnologias são respondidas nas próximas páginas. Existem recomendações gerais para utilizar os recursos em sala (veja os quadros com dicas ao longo da reportagem). Mas os resultados são melhores quando é considerada a didática específica de cada área. Com o auxílio de 17 especialistas, construímos um painel com todas as disciplinas do Ensino Fundamental. Juntos, teoria, cinco casos reais e oito planos de aula (três na revista e cinco no site) ajudam a mostrar quando - e como - computadores, internet, celulares e companhia são fundamentais para aprender mais e melhor.

Nove dicas para usar bem a tecnologia

O INÍCIO Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.

O CURRÍCULO No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

O FUNDAMENTAL Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O ESPECÍFICO Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A AMPLIAÇÃO Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.

O AUTODIDATISMO A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.

A RESPONSABILIDADE Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A SEGURANÇA Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.

Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.

Reportagem sugerida por oito leitores: Alana Cristina Lorde, Várzea da Palma, MG, Graziela Stein, Marabá, PA, Jaqueline Alves Silva Soares, Caetanópolis, MG, Karla Capucho, Vitória, ES, Kelly Silva Monteiro, São Gonçalo, RJ, Luciano Alves da Silva, São Lourenço da Mata, PE, Nadia Pereira Marques, Cristalina, GO, e Thais Silvestre Rosa, Rio de Janeiro, RJ

Quer saber mais?

CONTATOS
Andrea Vieira Zinni
Cláudio Bazzoni
CE Presidente Kennedy, R. Santa Catarina, 1513, 86600-000, Rolândia, PR, tel. (43) 3256-1442
Colégio Miró, R. Cândido Portinari, 58, 40140-440, Salvador, BA, tel. (71) 3247-3022
EE Patriarca da Independência, R. Rui Barbosa, 55, 13280-000, Vinhedo, SP, tel. (19) 3876-6790
EE Professor Edsson Heráclyto Cerezer, R. Barão do Itaqui, 548, 96400-000, Bagé, RS, tel. (53) 3242-5561
Escola da Vila, R. Barroso Neto, 91, 05585-010, São Paulo, SP, tel. (11) 3726-3578
Ivone Domingues
Levon Boligian
Luciana Hubner
Marcia Padilha Lotito
Marcos Garcia Neira
Museu da Pessoa, R. Natingui, 1100, 05443-002, São Paulo, SP, tel. (11) 2144-7150
Paulo Nin Ferreira
Priscila Monteiro
Rosa Iavelberg
Silmara Maria Cruz Paiva

BIBLIOGRAFIA
Educação Hoje: "Novas" Tecnologias, Pressões e Oportunidades, Pedro Demo, 144 págs., Ed. Atlas, tel. 0800-171-944, 38 reais
Tecnologias para Transformar a Educação, Juana María Sancho e Fernando Hernández, 200 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 44 reais

INTERNET
Guia sobre uso seguro da internet
Conteúdos digitais para todas as disciplinas

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Inclusão Digital

     
                    Texto Reflexivo. História de vida/Inclusão digital.

     Nos dias de hoje tornou-se crescente o uso do computador em todo mundo, quer por sua diminuição de preço, quer pela necessidade do uso de sua Tecnológia, rapidez e comodidade. Dessa forma cada vez mais os profissionais sentem necessidade do uso dessa ferramenta para facilitar sua vida profissional e pessoal.

     Nesse sentido, o conhecimento básico em informática é algo crucial na vida de qualquer profissional hoje em dia, inclusive os profissionas da educação, pois os computadores estão sendo cada vez mais utilizados no processo de ensino e aprendizagem.

     Vivemos em uma sociedade que está em constante mudança de modos de trabalhar e aprender, além de introduzir novas necessidades e desafios relacionados à utilização das tecnologias de informação e comunicaçõa (Tic). Oscomputadores começam a se fazer presente em todos os lugares e, junto às novas possibilidades de comunicação , interação e informação advindas com a internet, provocam transformações cada vez mais visiveis em nossas vidas.

     Precisamos compreender a realidade em que atuamos e planejar-mos a construção dos novos modos pelos quais aprendemos e ensinamos . Não há só um caminho nem uma só solução - ao contrario , há um mundo de possibilidades e poderemos encontrar até novas repostas a velhas indagações.



sábado, 6 de abril de 2013

Era Digital




Texto reflexivo sobre as leitur​as dos textos: “Os Filhos da Era Digital” e “O Computador não Educa, ensina”.

Texto Reflexivo: Gestão e Coordenação com TIC e a geração digital.

Os indivíduos de hoje representam a primeira geração que cresceu com as novas tecnologias. Eles pensam e processam as informações de forma diferente das gerações anteriores pois vivenciam experiências distintas. Essa nova geração de nativos digitais possui uma identidade virtual , pois passam a maior parte do tempo conectados através das redes sociais, blogs, jogos on line, em meio as inovações tecnológicas . Nesses espaços se expressam criativamente e compartilham ideias e novidades. Dessa forma a convivência entre os nativos digitais e os imigrantes pode ser conflitante. Sendo assim trabalhar com os nativos digitais de modo a prender sua atenção na construção do conhecimento de maneira significativa, em meio a tantas inovações e informações que a era digital proporciona , é um desafio para o professor, que ainda não domina tais tecnologias. Percebe-se que a educação experimentou um impacto profundo com as novas tecnologias, permitindo novas formas de aprendizado, amplitude e disseminação do conhecimento, o que possibilitou novos desafios à geração do conhecimento de forma rápida seja, na leitura, na pesquisa, na forma de escrever e na relação professor/aluno. Neste sentido , quando se pensa na Internet e no acesso de informação disponibilizado por ela  chega-se a uma nova demanda para o uso desta tecnologia no processo da educação, que são as habilidades de selecionar, pesquisar, articular e aplicar as informações. E todo esse processo enriquece alternativas de articulações do saber, considerando a multiplicidade de visões, perspectivas e compreensões, multiplicando assim novas formas de aprendizagem.

Das experiências vivenciadas na escola, podemos citar ,que o uso da tic tem sido de grande importância principalmente nas pesquisas que são feitas através do acesso a internet. No planejamento pedagógico, tal como na exposição dos conteúdos através de vídeos selecionados pela coordenação. Ainda é grande a carência de profissionais que precisam de formação para usar a tic , as máquinas encontram-se a disposição nas escolas mais falta alguém capacitado para auxiliar melhor o professor de como ele deve inserir essa ferramenta para disseminar melhor os conteúdos de maneira significativa. Enfrentam com isso o desafio de conviver e adicionar novos recursos à sua prática. Aprender e aplicar novos conhecimentos por meio das tecnologias com os alunos é fator desafiador para o docente



Plano de Disciplina




PLANEJAMENTO I / II BIMESTRE

 
 IDENTIFICAÇÃO: 
 
 EscolaEscola Municipal Alegria e Esperança
 Professora: Ana Morais
 
Disciplina: Língua Portuguesa
 
Duração: 06 meses
 
Série7º B / C
 Turno: Vespertino

Objetivos:
 
  • Utilizar a linguagem na escuta e produção de textos orais e na leitura e produção de textos escritos de modo a atender a múltiplas demandas sociais, responder a diferentes propósitos comunicativos e expressivos, e considerar as diferentes condições de produção do discurso;
  • Usar os conhecimentos adquiridos por meio da prática de análise lingüística para expandir sua capacidade de monitoração das possibilidades de uso da linguagem, ampliando a capacidade de análise crítica.
 
Eixos Norteadores:

a) Prática de escuta de textos orais;
b) Prática de leitura de textos;
c) Prática de escrita e produções de texto;
d) Prática de análise lingüística.
Competências:
 
  • Ser capaz de compreender e utilizar-se de diversos gêneros que circulam na sociedade e perceber as diferentes dimensões da leitura: o dever de ler, a necessidade de ler e o prazer de ler.
  • Ser capaz de compreender as regularidades, os procedimentos e os recursos do sistema lingüístico utilizado na prática de escuta e leitura, na produção de textos orais e escritos, ampliando sua capacidade discursiva no uso da linguagem.
 
 
Habilidades:
 
·        Expressar opiniões e pontos de vista de forma clara e ordenada, adequando a linguagem à situação comunicativa e a intencionalidade;
·        Compreender a leitura buscando informações, significados das palavras no texto, deduzindo a parti do contexto ou consulta dicionário;
·        Empregar os mecanismos discursivos e lingüísticos de coerência e coesão nas produções textuais conforme o gênero e os propósitos do texto;
·        Identificar e corrigir, no texto produzido, inadequações e ordem morfossintática;
·        Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação.
 
 
  CONTEÚDOS I BIMESTRE
 
JANEIRO/ FEVEREIRO
 
MARÇO/ABRIL
 
 
A) Eixo: Prática de escuta de textos orais:
·        Relato de fatos, considerando a temporalidade e a causalidade.
B) Eixo: Prática de leitura de textos:
·        Gêneros: Fábula, Crônica e Notícia.
c) Eixo: Prática de escrita e produções de textos:
·        Produção de Fábula, crônica e Notícia.
·        Sinais de pontuação;
·        Acentuação gráfica;
·        Elementos coesivos;
·        Ortografia;
·        Uso de letras maiúsculas,
 
 
d) Eixo: Prática de análise lingüística:
·        Acentuação gráfica;
·        Sinais de pontuação;
·        Coerência e coesão;
 
A) Eixo: Prática de escuta de textos orais:
·        Entrevista.
B) Eixo: Prática de leitura de textos:
·        Gêneros: Poema e memórias literárias;
c) Eixo: Prática de escrita e produções de textos:
·        Produção de Poemas e memórias literárias,
·        Classes de palavras;
·        Verbos (números e pessoas)
·        Modos e tempos verbais;
 
d) Eixo: Prática de análise lingüística:
·        Classes de palavras;
·        Sinônimo e Antônimo;
·        Onomatopéia
·        Emprego dos tempos e modos verbais.
 
 
 
 
 

 
 
 
 
CONTEÚDOS II BIMESTRE
 
ABRIL/MAIO
 
 
JUNHO
 
 
A) Eixo: Prática de escuta de textos orais:
·        Dramatização;
B) Eixo: Prática de leitura de textos:
·        Gêneros: Artigo de opinião e poema.
c) Eixo: Prática de escrita e produções de textos:
·        Produção de artigo de opinião, poema;
·        Ortografia
·        Acentuação
·        Recursos da pontuação: ponto final, vírgula, ponto e vírgula, interrogação e reticências.
·        Uso dos dois pontos e travessão.
·        Verbo (pessoa, número e conjugação);
·        Linguagem verbal e não verbal
d) Eixo: Prática de análise lingüística:
·        Recursos da linguagem não verbal: ironia e humor,
·        Regras da concordância verbal
·        Linguagem formal e informal
 
A) Eixo: Prática de escuta de textos orais:
·        Dramatização
B) Eixo: Prática de leitura de textos:
·        Gêneros: cartum, charge, carta e e-mail.
c) Eixo: Prática de escrita e produções de textos:
·        Produção de cartum, charge, carta e e-mail.
·        Tipos de sujeito e predicado;
·        Concordância nominal (artigo e substantivo, substantivo e adjetivo; artigos e pronomes.
·        Figuras de linguagem: personificação, aliteração, assonância e prosopopéia.
 
d) Eixo: Prática de análise lingüística:
·        Regras de concordância nominal
·        Frase e oração
·        Paragrafação
·        Coerência textual.
 
 
 
 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
 
A)      Organização de atividades de escuta de textos que permitam ensinar a tomar notas durante uma aula, exposição ou palestra, como recurso possível para a compreensão e interpretação do texto oral, especialmente nas situações que envolvam produção simultânea.
 
B)      Planejar atividades regulares de leitura, assegurando que tenham a mesma importância dada às demais.
 
C)      Leitura expressiva ou recitação pública de poemas.
 
D)      Reinvestimento dos diferentes conteúdos exercitados em atividades mais complexas, na prática de escuta e de leitura ou na prática de produção de textos orais e escritos.
 
E)      Planejar atividades em duplas ou em pequenos grupos, para permitir que a troca entre os alunos facilite a apropriação dos conteúdos;
 
 
 
Recursos utilizados: 
Livro didático;
 
Textos com diversos tipos de gêneros (jornais, revistas e etc.);
 
Computador;
 
Paradidáticos;
 
Álbum seriado;
 
Retroprojetor;
 
Recursos de rotina (quadro, giz, cartazes).
 
 

Avaliação:
O aluno será avaliado através da participação das atividades e na socialização do conteúdo e na sala de aula.
Bibliografia Consultada:
TOCANTINS, Referencial Curricular do Ensino Fundamental do Estado do.

http://educação. uol.com. br/planos-aula/dia-da-educação.jh

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/index.html
 
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: Língua Portuguesa. Brasília, MEC/SEF, 1999.